Presentear alguém é uma tarefa complicada, néam, comigo, pelo menos. Nunca sei o que dar. Quer dizer, isso de dar já depende da hora, do momento, do clima, heh. Mas ter a tarefa chata de comprar um presente é um terror e realmente depende duma enorme boa vontade pra pensar em algo criativo. Porque se não é criativo, não rola. Quando a idéia vem, a gente até se anima, como na madrugada em que me senti no seriado Weeds, cozinhando brigadeiros mágicos, deixando o prédio inteiro com um cheiro, hã, mágico, para depois colocá-los em little boxes, little boxes, numa caixa leenda toda feita a mão. Enfim, só pra dar toda uma introdução nessa história de presente, onde a primeira coisa a se excluir como dica, é pensar naquilo que a pessoa já tem, a não ser que a tal sofra de alguma esquizofrenia colecionadora nervosa que necessite do mesmo objeto multiplicado.
Por exemplo, imagine que você é marido de Mariah Carey. Calma, i know, terrible, mas é só pra fingir. Vamos lá, você é marido e tem que comprar um presentinho antes de voltar pra casa, mas não pode ser nada too expensive, afinal aquele anelzinho usado de noivado ainda não tá pago. Daí pense na moça.
O que será que ela gostaria de ganhar?
Onde você iria?
Opa, Beverly Hills Kitty. Macthpoint!
E, digamos que Mariah NÃO sofra de alguma esquizofrenia colecionadora nervosa, o que você NÃO deveria pegar na prat (...) continuar lendo no blog original
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